Nunca assistiu Kill Bill? Não sabe o que está perdendo. É simplesmente um dos filmes mais cool já feitos. Bem, trata-se de um filme do Quentin Tarantino, logo dispensa comentários.Acho que um dos poucos que se tornaram clássicos logo após o lançamento.
Mas se ainda assim você está com um pé atrás quanto a alugá-lo, que tal conhecer a história em apenas 1 minuto? É o que propões o videozinho abaixo:
A África do Sul vem despontando com um dos destinos preferidos dos produtores de cinema. Além de sua extrema beleza natural e da característica de ser um país de língua inglesa, o que mais atrai as produtoras é o preço. Rodar um filme na África do Sul sai muito mais barato do que fazê-lo nos Estados Unidos ou Inglaterra.
Além de barata, a indústria cinematográfica sulafricana é extramamente desenvolvida - herança da publicidade do país, considerada uma das melhores do mundo. E assim como Hollywood é a capital do cinema norte-americano (e mundial), na África do Sul quem exerce essa função é a bela Cape Town (Cidade do Cabo).
Filmes como Diamente de Sangue (2006), Hotel Ruanda (2004), Deu Zebra (2005) e Os Suspeitos (2007), foram filmados no país.
Mas nem só de parcerias vive o cinema sulafricano. Os filmes 100% nacionais também vem se destacando cada vez mais. Em 2006, Infância Roubada (Tsotsi), do diretor Gavin Hood, levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. O longa acompanha a vida do peronsagem Tsotsi, morador de uma favela da cidade de Johanesburgo.
Uma noite, após sair ganhador de uma sangrenta briga de bar, Tsotsi rouba um carro. Enquanto acelera pela noite, ouve um barulho no banco de trás e acaba sofrendo um acidente. Na traseira do carro, descobre um bebê. Sem saber o que fazer, leva-o para a favela em que vive. Lá, convencerá a jovem mãe Miriam a cuidar da criança, numa relação que logo provocará mais confrontos. Baseado no romance de mesmo nome, único trabalho em literatura do famoso dramaturgo sul-africano Athol Fugard.
Confira o trailer:
Infância Roubada segue a linha adotada pelo brasileiro Cidade de Deus e, recentemente, pelo filme indiano Quem Quer Ser um Milionário, mostrando o constrate social existente em cidades ricas desses países.
Além de filmes, a África do Sul exporta também talentos. São naturais daquele país a atriz Charlize Theron (Diamante de Sangue) e o diretor Gavin Hood, responsável pela direção de X-Men Origens: Wolverine.
Provavelmente você não sabia, mas em 2007 foi lançado nos Estados Unidos o remake de Halloween (1978). Sim, aquela obra prima do diretor John Carpenter que nos presenteou com um dos vilões mais famosos de todos os tempos, Michael Myers, e que rendeu à atriz Jamie Lee Curtis o título de 'rainha do grito'.
A refilmagem, dirigida por Rob Zombie e cujo roteiro teve a mão do próprio John Carpenter, fez relativo sucesso nos cinemas americanos (arrecadou mais de 58 milhões de dólares), porém não foi divulgada no Brasil e nem mesmo estreiou nas salas daqui. Também nunca reparei cartaz algum nas locadoras.
Empolgada com o desempenho do filme nos cinemas americanos, a Dimension Films tratou de garantir uma continuação, a refilmagem de Halloween 2 - programada para estreiar ainda neste ano. Para levar o projeto adiante, sob o título de H2, novamente foi chamado o diretor Robie Zombie (House of 1000 Corpses). Tudo estava indo bem, até que os produtores resolveram divulgar a nova maquiagem do vilão Michael Myers... e dessa vez ele aparece com metade do rosto de fora!!!Essa 'surpresa' foi revelada primeiramente através de uma foto divulgada recentemente na internet, para depois se confirmar com o lançamento do primeiro trailer do filme, também na rede.
Você deve estar se perguntando: 'mas como assim?!'. Pois é verdades, infelizmente. Digo infelizmente porque uma das coisas que tornam Michael um personagem tão perturbador é o fato de não podermos ver suas reações faciais. A máscara, que não sai do rosto dele, nos passa a sensação de que o personagem é desprovido de qualquer emoção, característica essencial para um serial killer que se preze. Ao revelar metade do rosto de Michael, Rob Zombie destrói grande parte da fantasia que foi construída em torno do desse personagem.
Clique na imagem acima para ver em tamanho grande.
Halloween, por si só, já dispensava qualquer necessidade de remake, pois é um filme que ainda hoje continua sendo capaz de botar medo. E mostrar a cara do Michael não ajuda em nada.
Confira o trailer de H2:
Mais:
- H2 deve estreair nos cinemas americanos no dia 29 de agosto. Ainda não há previsões para o Brasil.
- Quem interpreta Michal Myers na refilmagem de 2007 e em H2 é o ator Tyler Mane, o Dente de Sabre de X-Men (2002).
- Jamie Lee Curtis, intérprete da perseguida Laurie Strode, participou de 4 filmes da franquia: Halloween (1978), Halloween 2 (1981), Halloween H20: Vinte Anos Depois (1998) e Halloween: Ressurreição (2002).
- A atriz que interpreta Laurie Strode nos remakes da franquia é Scot Taylor-Compton, conhecida do público norte-americano por ter participado de várias séries, entre elas Bones, Without A Trace, Cold Case e Gilmore Girls (também transmitidas na tv paga brasileira).
Em 1983, quem levou a estatueta de Melhor Canção Original foi What A Feeling, interpretada pela cantora americana Irene Cara. A cantora, aliás, já havia recebido o mesmo prêmio, três anos antes, ao dar voz à canção Fame, de Dean Pitchford.
What A Feeling é parte da trilha sonora do filme Flashdance, que conta a história de Alex Owens (Jennifer Beals), jovem mulher que trabalha como operária durante o dia e à noite dança em uma casa de shows. Seu sonho, porém, é entrar para uma escola de dança de prestígio e se tornar uma bailarina profissional.
Música: What A Feeling Intérprete: Irene Cara (letra de Dean Pitchford) Filme: Flashdance Ano: 1983
Flashdance foi produzido por Jerry Bruckheimer, o mesmo produtor dos blockbusters Top Gun, Armagedon, A Lenda do Tesouro Perdido, Pearl Harbor, Bad Boys, entre outros; e dos seriados CSI, Cold Case e The Amazing Race. O cara é fera?!
Algumas cenas de Flashdance - que podem ser vistas no vídeo acima - serviram de inspiração para Jennifer Lopez, no vídeo clipe da música I'm Glad. Menos J-Lo, menos... rs
Toy Story, Carros, Os Incríveis, Wall.E, Monstros SA, Vida de Inseto, Procurando Nemo, Ratatouille. É difícil escolher qual dos filmes de animamação da Pixar é o melhor. Acho que seria o mesmo que pedir para uma mãe indicar seu filho favorito.
Mas além desses longa metragens animados, outro ponto alto do estúdio são os seus curtas - geralmente presentes nos bônus dos DVDs. A partir de hoje vou postar alguns desses trabalhos aqui blog, começando hoje pelo engraçado For The Birds.Enjoy:
Existiu uma época em que os créditos finais dos filmes eram apenas letreiros com nomes e mais nomes, indicando todos aqueles envolvidos na produção do longa. Para o público em geral era o momento de se levantar da poltrona e ir embora. Somente os mais aficionados ficavam na sala prestando atenção - na maioria das vezes para descobrir o nome da música tema, do ator que interpretou determinado personagem ou, até mesmo, dos responsáveis pelos efeitos especiais.
Mas aos poucos os cineastas tiveram a brilhante idéia de recompensar essas pessoas, acrescentando ali algumas cenas extras. Essa 'nova' prática é muito comum nas comédias 'semi-profissionais' estilo Judd Apatow e Will Ferrel, filmes que gravam tantas horas de material que fica impossível encaixar todos os bons momentos em apenas 90 minutos; e também nos grandes blockbusters de superheróis, cujos enredos vão além de um único capítulo. Neste segundo caso, aliás, as cenas extras ajudam também a reforçar a história ou mesmo preparar terreno para uma futura continuação.
Esse tipo de tendência - se é que podemos chamar assim - é praticada nos recentes sucessos Iron Man, Transformers e X-Men Origens: Wolverine, mas a maioria das pessoas acaba nem se dando conta.Eu mesmo perdi a cena extra de Wolverine...
Em Constantine (2005) também podemos conferir uma cena extra depois dos créditos. Ela mostra o personagem de Keanu Reeves visitando o túmulo do amigo Chas Kramer, interpretado pelo ótimo Shia LaBeouf. Antes de John Constantine deixar o local, Chas ressurge na forma de um anjo para logo depois desaparecer voando. A cena não é importante para o entendimento da trama, mas pode servir como pista sobre uma futura continuação.
Cenas extras são cada vez mais recentes. Na minha próxima ida ao cinema ficarei até o final dos créditos. Bem, dependendo do filme, é claro.
Para quem quiser conferir a cena de Constantine que citei, basta assistir no vídeo abaixo:
A agência responsável pela divulgação do aguardado novo filme de Quentin Tarantino (Inglourious Basterds), lançou três posteres sensacionais na internet, com as fotos dos atores Brad Pitt, Diane Kruger e Eli Roth. Para ampliar basta clicar em cima das imagens.
"Brad Pitt é um bastardo"
Em um post anterior eu já havia comentado sobre o filme, cujo tema é o nazismo. E como se trata de uma obra de Tarantino, podemos esperar muita violência e uma ótima trilha sonora. Quem quiser ler sobre o post anterior e também ver o trailer do filme, é só clicar aqui.
Inglorious Basterds estréia dia 29 de outubro nos cinemas do Brasil.
As mulheres adoram assistir a filmes românticos ou dramáticos. Pode perguntar a qualquer uma das que você conhece qual o filme favorito dela e a chance de você ouvir algo como Moulin Rouge é bem grande. Experimente assistir a um filme desses ao lado de uma delas e você escutará frases como "por que não encontro um homem assim?". Bem, senhoritas, é porque... ELES NÃO EXISTEM.
Não me leve a mal. Não estou falando isso apenas por ser homem. Só quero dizer que os filmes descrevem o sexo masculino de uma maneira fictícia, fazendo com que algumas mulheres - principalmente as mais jovens - criem falsas expectativas a respeito de seus futuros namorados ou maridos. Portanto, é peciso lembrar algumas coisas a essas mulheres que ainda vivem perdidas entre o mundo do cinema, todo perfeito, e o mundo real, nem tão perfeito assim.
Certo, vamos tentar fazer isso da maneira mais fácil. Nos filmes, as mocinhas geralmente se apaixonam pelo protagonista mais boa pinta, e que faz tudo por ela - enfrenta a família, abandona o emprego, bate nos vilões, sai do carro em um congestionamento e corre, na chuva, até seu encontro. Isso faz com que as garotas na vida real usem aquele personagem como base de comparação em seus próprios relacionamentos. Por mais que você queira, seu príncipe encantado não vai se parecer com o Robert Pattinson - me desculpe!E aí elas se decepcionam quando o gesto de amor mais parecido que acabam ganhando dos parceiros são quando eles, voluntariamente, cedem a última coxinha da bandeija.
De acordo com Hollywood, as mulheres só estão interessadas em tentar se casar, planejar o casamento e jogar o buquê para as amigas (e talvez tentar se casar denovo, dessa vez com o homem certo). Segundo os filmes as garotas solteiras são infelizes - elas abrem uma garrafa de vodka, enchem a cara e cantam All By Myself no karaoquê.
Vida profissional? Carreira? Elas não pensam nisso - quem aí viu o Diabo Veste Prada notou que depois de ralar dobrado e enfrentar o dragão em pessoa, a mocinha abriu mão da carreira para ficar com o rapaz... Ter uma carreira não é ruim, garotas.
É muito fácil encontrar também aquela mulher que sonha com o homem da sua vida interropendo o casamento (como eles fazem no filmes) e fugindo com ela em uma motocicleta - nunca entendi isso - para então viverem felizes para sempre. Cá entre nós, se isso realmente acontecesse, não seria dessa maneira. Ambos com certeza iriam sofrer diversos processos e ainda teriam que se esconder em algum lugar remoto para fugir das ameaças da família do noivo abandonado.
Enfim... o que eu quero dizer é que, enquanto você fica aí sonhando com o seu Brad Pitt, até a Jennifer Aniston já se deu conta de que a vida real é bem diferente dos filmes.